3 de fevereiro de 2013

Leituras Digitais (27 de Janeiro a 2 de Fevereiro)



Rubrica semanal de notícias e artigos relacionados com a edição de livros digitais.

É possível que dentro de uma ou duas gerações os livros deixem de existir na forma como os conhecemos hoje. O impacto que essa evolução terá no setor será sem dúvida alguma revolucionário. As editoras serão talvez as que menos sofrerão se forem capazes de se adaptarem às mudanças dos hábitos dos leitores, e de inovar, tanto na aquisição e tratamento de novos títulos, como na sua edição, como na sua distribuição, no marketing e na comunicação. As distribuidoras serão certamente as mais afetadas com o crescimento da venda de e-books. As livrarias, se não se adiantarem à inevitabilidade do fim, nos seus moldes tradicionais, também sofrerão um progressivo definhamento, como aconteceu primeiro com as lojas de música e depois com os videoclubes.
Nearly a quarter of Americans spend $50 or more a month on digital content for their tablet computers and nearly 10% spend $100 or more, according to a new report.There are now about 200 million tablets worldwide, according to the report from ABI Research, a global research firm, and a billion more on the way in the next five years. Unsurprisingly, the new research finds that tablet spending is much higher than smartphone spending.
Durante um dia, especialistas em edição, autores, editores, ilustradores, criadores e todos os interessados na criação de livros infantis em formato digital reuniram-se na Fundação Calouste Gulbenkian para discutir o estado da arte e pensar no futuro do género.
O balanço do dia de debate é claramente positivo. Percebeu-se o muito que ainda há para discutir e ficou no ar uma certa sensação de tudo estar ainda a começar, pelo menos no mercado português, onde os exemplos de livros para crianças em suporte digital, sobretudo os chamados enhanced books, são poucos. Perceber o muito que há para discutir e o pouco material que temos à mão para o fazer é, no entanto, um bom começo. Cruzar saberes e experiências tão diferentes como a relação dos autores com o universo digital, as práticas empresariais de companhias associadas à produção de tecnologia para os livros digitais ou o estudo da leitura e da recepção destes novos livros foi um dos aspectos mais positivos da conferência, porque abriu o horizonte de debate, em vez de o encerrar numa só perspectiva, gesto sempre pobre se o que se quer é perceber o quadro geral.
The Seattle-based company is pitching a range of advertising products to marketers, which appear on its own sites and Kindle ereaders, as well as a network of other sites across the internet.The company is personalising the ads using data collected on the shopping activities of its 188m active customers, using the same technologies it has deployed to disrupt the retail market over the past 16 years.
Reading always seemed to be the most private of acts: just you and your imagination immersed in another world. But now, if you happen to be curled up with an e-reader, you're not alone.Data is being collected about your reading habits. That information belongs to the companies that sell e-readers, like Amazon or Barnes & Noble. And they can share — or sell — that information if they like. One official at Barnes & Noble has said sharing that data with publishers might "help authors create even better books."
So, when we look at the numbers, we should see tremendous opportunity, be encouraged that book readers are responding to the messages we are creating, and know that we are taking the right pathways to create growth. Your association is committed to helping you take advantage of today’s opportunities. Let’s grow together!
Publishing of the future demands collaborating across the process chain, in order to successfully place the right product forms in the right markets.
Within that optimism though, was some troubling data presented by Codex Group CEO Peter Hildick-Smith, which suggested that, despite a shift in reading habits to more electronic devices, there has not been a comparable shift in book discoverability. According to the most recent Codex survey, online selling accounts for 61 percent of book sales, but only 7 percent of discovery. In other words, the physical bookstore showroom continues to play a vital role in readers’ decisions about which book to read next, even if that book is eventually purchased on an electronic device or through an online retailer like Amazon or B&N.com.The information is especially concerning given the current state of the single largest physical book retailer, Barnes & Noble, whose news so far in 2013 has largely been dominated by poor sales results and impending store closings.So it was both thought provoking and ironic that Barnes & Noble Vice President of eBooks, Jim Hilt, took the stage for his DBW 2013 presentation to discuss “Selling Everything Every Way” immediately following Hildick-Smith’s presentation.
Apresentações



New York Times E-Book Best Sellers

A version of this list appears in the February 10, 2013 issue of The New York Times Book Review. Rankings reflect sales for the week ending January 26, 2013.

E-Book Fiction

1.     SAFE HAVEN, by Nicholas Sparks
2.     PRIVATE BERLIN, by James Patterson and Mark Sullivan
3.     HOPELESS, by Colleen Hoover
4.     GONE GIRL, by Gillian Flynn
5.     FIFTY SHADES OF GREY, by E. L. James

E-Book Nonfiction

1.     PROOF OF HEAVEN, by Eben Alexander
2.     KILLING KENNEDY, by Bill O'Reilly and Martin Dugard
3.     CRY SILENT TEARS, by Joe Peters
4.     FRANCONA, by Terry Francona and Dan Shaughnessy
5.     GOING CLEAR, by Lawrence Wright

2 comentários:

  1. Deixei-te um selo no meu blog :
    http://confissoesdeumaleitoracompulsiva.blogspot.pt/2013/02/selo-liebster-award.html

    ResponderEliminar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...