10 de junho de 2011

“Vem aí o e-book... Deito fora os meus livros?”

  Que diria Gutemberg do e-reader? Provavelmente, o mesmo que diria da imprensa o escravo egípcio de castigo a gravar hieróglifos na Pedra de Roseta...
  O e-book já chegou e o Ikea não anda doido com a ideia. Que fazer aos livros? Deitá-los fora, e com eles as provas de que, um dia, tentámos perceber alguma coisa do mundo? O advento do livro virtual, diz-se, mudará a forma como se lê e escreve. Mudará a forma de fazer cultura e de a divulgar. Mas o que muda, ao certo? Que tanto nos incomoda e atrai nesta virtualidade que tardava, já, em chegar aos livros.
  Um escritor, um jornalista, um editor e um consultor editorial falam-nos de mitos e factos, esperanças e receios associados a esta (ir)realidade.
Moderação: Eurídice Gomes
Convidados: Carlos da Veiga Ferreira, José Mário Silva e Nuno Seabra Lopes
Data: 15 de Junho de 2011
Local: Chapitô
Entrada: Gratuita


Ver mapa maior

2 comentários:

  1. Ora aí está um debate interessante.
    Pessoalmente, acho que e-book ainda está a anos de providenciar a mesma experiência sensitiva que um livro (se é que algum dia o poderá fazer). Além da ausência daquele cheiro característico, um ecrã é muito mais agressivo para a vista que uma folha.

    http://cronicasobscuras.blogspot.com/

    ResponderEliminar
  2. Infelizmente cada vez as coisas estão a tornar-se mais virtuais e isso é na minha opinião muito mau. Traz dependências e vícios e não demorando muito as pessoas não passam sem internet. Ainda no outro dia vi uma reportagem na SIC sobre pessoas viciadas em jogos na net, um senhor com um bom emprego (acho que ligado à medicina) chegava a faltar ao trabalho sem motivo algum só para jogar.
    Os livros ainda são das poucas coisas que nos restam e querem tirar-nos isso também?
    Eu nunca vou jogar fora os meus livros, e não só por eu gostar deles e serem especiais mas sim por serem REAIS.

    ResponderEliminar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...